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O dia dos que já não têm mãe


Um dos momentos de maior consciência que tive da falta do meu pai foi uns dias antes do Dia do Pai de 2014. Entrei na Bertrand do Chiado que gritava “Dia do Pai” por todo ao lado, peguei num livro e pensei “é este que lhe vou dar este ano” (era quase sempre o que dava). No mesmo instante, veio ao coração o pensamento seguinte: já não há pai a quem dar o livro. O meu pai tinha morrido quase um ano antes.



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