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Máfia albanesa assalta casa de futebolistas



Era 13 de dezembro, uma madrugada de segunda-feira como tantas outras para Nicolás Otamendi. Para trás tinham ficado o estágio, o jogo pelo Benfica em Famalicão (4-1) e as viagens de regresso à Luz no autocarro da equipa e depois para a sua moradia, na Herdade da Aroeira. O dia já ia longo, mas não iria ficar por ali. No momento em que se preparava para abrir a porta, Otamendi foi surpreen­dido e enxameado por seis homens musculados que o imobilizaram. Estavam ali para assaltar a casa e a violência usada contra ele foi expressiva: agrediram-no com uma cotovelada — no jogo seguinte a sua cara mostraria as consequências do ataque —, envolveram-lhe um cinto no pescoço e forçaram-no a entrar. A mulher do futebolista foi obrigada depois a entregar todos os objetos de valor e ainda €300 mil em dinheiro. E o grupo fugiu sem deixar rasto, pois os Otamendis tinham desligado o alarme de casa no regresso do central da partida contra o Famalicão. Na manhã seguinte, uma pista levou a GNR a descobrir os suspeitos em Almada, mas estes acabaram novamente por desaparecer de circulação.

O episódio de Otamendi não é isolado. Dias depois, foi João Cancelo a vítima de um assalto violento na sua própria casa, em Manchester: o jogador português do City ficou marcado na cara após ter resistido aos assaltantes, que levaram joias de alto valor. E também nas vésperas do Natal de 2019 a residência de Otávio, jogador brasileiro naturalizado português, foi alvo de assalto. Ao contrário dos outros dois colegas de profissão, o jogador do FC Porto não se encontrava em casa, em Valadares (Vila Nova de Gaia), pois estava a jogar pelo FC Porto contra o Feyenoord, no estádio do Dragão, precisamente no momento do crime. Foi a mulher do futebolista que os surpreen­deu no andar de cima, enquanto os filhos do casal estavam no rés-do-chão. Sem violência, levaram joias e relógios e fugiram.



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