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Entrevista a Carsten Höller: “Não há nada mais entediante do que contarem-nos os sonhos”



Aficionado pelo campo da experimentação e das relações humanas, este artista nascido na Bélgica, filho de alemães, tem uma obra influenciada pelo seu passado como cientista. Para Carsten Höller, a arte não é a obra-prima do artista, mas o resultado da experiência pessoal dos visitantes, que podem ou não interagir com os outros à sua volta.

Fica a sensação de que cria arte como se fosse um jogo ou experiência.
A arte não precisa necessariamente de mostrar alguma coisa. Gosto do facto de, numa exposição, existirem visitantes que olham uns para os outros. Ter alguém ao meu lado numa exposição gera um grande impacto em mim. Em vez de uma forma antiquada de apreciar arte, é mais interessante incluir o outro que por acaso também lá está. Não se trata apenas de apreciar a obra, mas igualmente de ver a resposta do outro, criando um triângulo entre ti, a outra pessoa e a obra de arte.

Este é um artigo do semanário Expresso. Clique AQUI para continuar a ler.



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