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A loucura mansa de José Miguel Júdice – Portugal


Ter-nos-ia salvo dos piores efeitos da pandemia, previu, qual Nostradamus, a invasão da Ucrânia, e só errou ao prever que em guerra não poderia ser uma mulher a ficar na defesa.


A 23 de fevereiro último, na véspera do início do conflito na Ucrânia, José Miguel Júdice (JMJ) começou As Causas, o espaço semanal de comentário televisivo que assina na SIC, com um aviso sobre os seus dotes proféticos. Onze anos antes, JMJ fora convidado por Eduardo Pais Ferreira para escrever um texto, entre 124 outros testemunhos, a propósito dos 25 anos de Portugal na União Europeia. O pergaminho, hoje lendário e difícil de localizar, chamava-se, Europa: Império, Anarquia ou Paz Perpétua?: “Esta minha tese terminava dizendo que é provável que nas próximas décadas houvesse uma guerra na Europa. Testei isto com várias pessoas, ouça” (para a habitual interlocutora Clara de Sousa), “todos com quem falei, eu via nos olhos deles, ‘este tipo é completamente maluco’. Ora o que estamos a assistir agora é que, mais cedo do que eu pensava, a lógica natural das coisas está a aproximar-nos da guerra”.




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